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Possui graduação em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1973), mestrado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979), doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1991) e pós-doutorado pelo Ircam - Centre Georges Pompidou (2003). Atualmente é professor Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Teoria da Comunicação, Filosofia e Estética, atuando principalmente nos seguintes temas: corpo, comunicação, tecnologia, subjetividade e cultura. Tem vários artigos publicados e um livro, Breve história do corpo e de seus monstros, no catálogo da Prestigiada coleção Passagens da Editora Vega, Lisboa (1999/2004). Coordena o grupo de pesquisa "Imaginário Tecnológico", vinculado ao programa de pesquisa e pós-graduação da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. |
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TUCHERMAN, Ieda. Receitando ficções para aflições: a farmácia literária x como Proust pode mudar sua vida. Revista Observatório, v. 3, p. 280-304, 2017.
TUCHERMAN, Ieda; SANTOS, L. P. A arte da autoracionalização: fé e autoajuda no mercado editorial. E-Compós (Brasília), v. 18, p. 1, 2015.TUCHERMAN, Ieda. Nem toda forma de amor vale a pena: paixão é cocaína e amor é rivotril. RECIIS. Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde (Edição em Português. Online), v. 4, p. 1-10, 2015. TUCHERMAN, Ieda; CAVALCANTI, Cecília. Apostando nos riscos: como a Veja apresenta o nosso futuro. Contracampo, v. 1, p. 1-17, 2013.TUCHERMAN, Ieda. Encontro Imprevisto: Badiou e Manoel de Barros. Revista Trivium-estudos Interdisciplinares de Psicanálise, v. V, p. 28-32, 2013. TUCHERMAN, Ieda. Relações perigosas: autoajuda, mídia e biopoder. Revista FAMECOS (Online), v. 19, p. 315-335, 2012. TUCHERMAN, Ieda; CAVALCANTI, Cecília; OITICICA, Luiza Trindade. Revistas de divulgação científica e ciências da vida: encontros e desencontros. Intercom (São Paulo. Impresso), v. 33, p. 277-295, 2010.
TUCHERMAN, Ieda. Gastronomia, Mídia e Cultura: o longo caminho do "você é o que você come". Revista FAMECOS (Online), v. 17, p. 314-323, 2010. TUCHERMAN, Ieda. Biopolítica, mídia e auto-ajuda: segredo ou sintoma?. Galáxia (São Paulo. Online), v. 10, p. 32-43, 2010. |
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Comunicação, amor, autoajuda e biopoder: considerações sobre os vínculos na sociedade contemporânea
Descrição O universo da comunicação se estrutura em torno de duas palavras-chave: mediação e vínculos e, a nosso ver, tem sido mais frequente identificarmos as relações e atuações do biopoder e da autoajuda focando na produção discursiva daí advinda ou na recepção destes discursos. Este projeto pretende investigar a questão dos vínculos: sua genealogia e seu estado atual considerando que passamos do vínculo radical para o laço social e deste para a conexão, global, instável, infiel e frenética. Entendemos como configuradores do campo dos vínculos os afetos, e, entre eles o mais evidente nos parece ser o amor, por isto, nosso case-study serão as diferentes visões e usos retóricos do amor, cuja relação com o pensamento, a comunicação e a educação já tinha sido apontada por Platão (Banquete) no conceito, reapropriado pela psicanálise de transferência, hoje perdendo espaço para o par treinamento-coach, pertencente ao novo universo da neurociência e da autoajuda. Apropriando-nos da expressão proposta por Alain Badiou ("o amor é a confiança que concedemos ao acaso"), pretendemos apresentar a atual tensão entre as noções de controle de risco, saúde e sucesso da proposta contemporânea do biopoder e da autoajuda e as premissas de liberdade, aventura e intensidade que participam da história do amor. |
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